Pontal Do Paraná

Centro de Estudos do Mar/UFPR

Mantido pela Universidade Federal do Paraná, é um núcleo de exposições e atividades em educação ambiental, tendo inúmeros programas em pleno desenvolvimento. Realiza trabalhos de pesquisas avançados sobre as potencialidades do nosso litoral e recebe estudantes de todos os níveis para explanações e visitas aos seus laboratórios. Possui farto material em vídeo, aquário marinho e exposição de material botânico, zoológico e geológico da região. Visitas somente com hora marcada. Localiza-se no balneário de Pontal do Sul na Avenida Beira-mar s/nº. - home page: www.cem.ufpr.br

A Cambira

Este prato, que tem como ingredientes principais o peixe salgado ou defumado, a banana e a farinha de mandioca, com a qual se faz um delicioso pirão, foi um dia a base da alimentação dos pioneiros do nosso litoral.
Salgar e secar o peixe eram uma prática necessária para a conservação do pescado, principalmente em épocas em que os grandes cardumes chegavam às praias, como acontece com a palombeta e a tainha.
Com a chegada de empreendimentos imobiliários, loteamentos e a construção de casas de veraneio, os pescadores passaram a ter para quem vender o peixe ao voltar do mar, deixando aos poucos esta prática. A chegada da energia elétrica descartou de vez a necessidade de secar e salgar o pescado, ficando então a cambira esquecida.
Em 1995 as praias que pertenciam ao município de Paranaguá foram desmembradas e nasceu o novo município Pontal do Paraná, composto por belas praias com ótima balneabilidade, cenário privilegiado pela natureza e com grande potencial para o turismo, tendo na cultura, lendas, costumes, mitos e crenças, enfim uma bela história para ser contada, na qual a Cambira, com certeza, merece lugar de destaque.

Fonte: Diretoria Municipal de Turismo e Cultura – Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná.

Aldeia indígena Guarani M’bya

A comunidade indígena Guarani M’bya, localizada na Estrada Ecológica do Guaraguaçu as margens do Rio Guaraguaçu.
Nesta comunidade Guarani M’bya existe o sítio arqueológico do Sambaqui (o maior Sambaqui do litoral do Paraná e o único tombado como Patrimônio Histórico Artístico) e seu forno de caieiras. Para chegar ao sambaqui é necessário passar pela comunidade indígena Guarani M’Bya, que considera o sambaqui como local sagrado onde estão os seus antepassados.

Ao lado do sambaqui estão restos do forno secular e a vegetação que circula o Sambaqui. O forno é registro histórico da destruição colonial que ocorreu ao Sambaqui, nele as conchas eram transformadas em cal, para construção civil de prédios e sedimentação de estradas.

O Guaraguaçu encontra-se na zona rural de Pontal do Paraná na rodovia principal de acesso as praias do litoral paranaense, onde é possível pescar com facilidade peixes nobres como robalos calafates entre outros.
Para visitar a comunidade deve-se entrar em contato com o Departamento de Turismo pelo fone: (41) 3975-3102.

  • Área de Preservação Arqueológica
  • Vegetação sobre o sambaqui
  • Vegetação
  • Forno secular e a vegetação que circula o Sambaqui
  • Aldeia indígena Guarani M’bya
  • Aldeia indígena Guarani M’bya
  • Aldeia indígena Guarani M’bya
  • Aldeia indígena Guarani M’bya
  • Aldeia indígena Guarani M’bya
  • Casa de reza
  • Aldeia indígena Guarani M´bya
  • Aldeia indígena Guarani M´bya

Cultura e Meio Ambiente – Reduza.Reutilize.Recicle...

ENTREVISTA COM MARA MORAES – ARTISTA PLÁSTICA DE PONTAL DO PARANÁ

Qual é o objetivo de sua arte?
- A RECICLAGEM é a prioridade de tudo, sendo a criação de minhas esculturas apenas conseqüência da nobre atitude em reciclar, retirar do meio ambiente um material altamente tóxico, o BLOCO DE POLIURETANO, restos das pranchas de surf danificadas, que levariam milhares de anos para se decompor na natureza.

Quando e por que começou?
- Em abril/2007. Havia feito uma carranca africana, a qual estava sendo exposta com demais artesanatos de SURF ART em um campeonato, realizado no Balneário de Ipanema, em Pontal do Paraná/PR, chamando a atenção de um jornalista que cobria o evento Viva o Verão, que percebeu tal carranca de forma artística e logo me encaminhou à parceria para executar os troféus do campeonato que seria realizado no município de Matinhos/PR três meses após, o I SURF TREINO DA COMUNIDADE.
Resultado: Confeccionei os 38 troféus e foi um sucesso, pois além de deixar os atletas felizes em ganhar tais troféus, foram arrecadados quase 300 litros de leite à APAE daquele município. A partir de então, não parei mais de produzir.

Como aprendeu a fazer esse tipo de arte? Quantas peças criou até o momento?
- Sou considerada autodidata nas artes plásticas. Utilizo-me de pesquisas em livros, revistas e internet, deixando-me ser dominada pela inspiração e também pelas vibrações que seguem através desse material que vem transbordando de energia vinda do mar, do surfista, das ondas e dos diversos lugares que já pode deslizar. O amor e respeito pela natureza me fez aprender a desenhar, esculpir e pintar, usando apenas a intuição em cada uma das 200 peças que já executei.

De onde vem a sua inspiração?
- Escutando uma boa música ou sentada em frente ao mar para assistir um bom surf ou, na falta dele, assistir um bom filme referente ao mar me deixam em êxtase e pronta pra iniciar algum trabalho novo. Enfim, nada disso aconteceria não fosse o meu incômodo em ver as pranchas quebradas sendo dispensadas ao lixo comum, ou pior, na beira da praia.

Em quantas exposições e eventos você participou?
- Até o momento, participei de 10 exposições, 09 eventos no estado do Paraná e fora dele, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento e Cultura local, bem como de vários campeonatos de surf e skate realizados por atletas, empresários e lojistas do nosso estado. Todos tiveram suma importância para o meu crescimento artístico e profissional.

A mídia lhe oferece a oportunidade de divulgação?
- Total e constantemente. Os meios de comunicação que veiculam sobre meu trabalho só confirmam o quanto é bom ser devidamente reconhecida pelo seu trabalho ou seu talento.

Qual o seu lema hoje?
- “Nossos ancestrais foram sábios, devemos agora mostrar que continuamos usando bem o que nos foi herdado... PRESERVE A NATUREZA!”

ALOHA!
Mara Moraes

Autor: Yana Kossemba da Silva E-Mail: yanakossemba@live.com
Informação: Departamento de Turismo – Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná

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